
Ter um portfólio extenso e variado é um dos segredos para atender não apenas ao máximo de clientes possíveis, mas também para compreender e atender o máximo de demandas possíveis dentro deste público. É pensando nisso que a Mr. sempre busca evoluir o portfólio de produtos, e hoje vamos falar de algumas novidades em linhas tradicionais de impressos.
As mudanças chegam nas linhas de pôsteres, cartazes e lambe-lambes, trazendo novas opções para quem busca maior versatilidade nos projetos e uma gama maior de possibilidades. Com disponibilidade em diferentes substratos, a ideia é que se tenha cada vez mais opções em portfólio para acomodar diferentes tipos de projeto e demanda dos seus clientes. Ainda no tema de substratos, é importante ressaltar as diferenças e qualidades de cada um, antes de entrarmos nos dados técnicos das novas medidas de cada produto.

Vamos abordar 3 diferentes tipos de substrato por aqui: o couchê, o reciclado, e por último mas não menos importante, o offset. Começando pelo mais versátil dos substratos, temos o papel couchê. O couchê apresenta uma enorme gama de configurações, de baixa à alta gramatura, e comporta diversos tipos de enobrecimentos (como as laminações brilho ou fosca, super comuns).
O papel reciclado, por conta de sua natureza de origem, não possui tantas variações em gramatura quanto o couchê, embora ainda seja relativamente versátil e ideal para marcas e clientes que busquem uma pegada ecológica mais neutra.
Por último, chegamos ao offset, ideal para impressões de grande volume em baixa gramatura.
Focando agora nas novidades, temos, na linha de pôsteres, os formatos A3 (30X42mm) e A2 (42X59.4mm), nos substratos couchê (90g, 115g, 150g e 170g), offset e reciclado em 90g.
Na linha de cartazes, os formatos A4 (21×29.7mm), A3 (30X42mm) e A2 (42X59.4mm) nos substratos couchê (90g, 115g, 150g e 170g), offset e reciclado em 90g.
Finalizando a relação de novidades, temos os lambe-lambes, com os formatos A4 (21×29.7mm), A3 (30X42mm) e A2 (42X59.4mm) nos substratos couchê, offset e reciclado, todos em 90g de gramatura.
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Texto por André Schelgshorn
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Impressão

Você conhece a impressão DTF UV? A Mr. te explica um pouco mais sobre esta novidade em nosso portfólio
A Mr. está sempre em busca de novidades para integrar em nosso portfólio de produtos – no seu portfólio de produtos, para sermos mais precisos. Esta busca constante passa desde o desenvolvimento de novos produtos, aquisição de novos maquinários, melhorias de processos, à adoção de novas técnicas. E uma delas está chegando agora mesmo por aqui: conheça a impressão DTF UV.
A sigla DTF vem do inglês, Direct to Film, ou diretamente sobre o filme, em português. O próprio nome da técnica já aborda de maneira simplificada o funcionamento da mesma, com a aplicação do pigmento sobre um filme que é então pressionado contra uma superfície para criar a impressão. Mas as coisas não são tão simples assim, e é claro que vamos explicar melhor o processo!
Começando pelo DTF padrão, que serve como uma teoria base (mas aplicada para tecidos) para o que é feito com a versão fazendo uso de luz ultravioleta (UV). Tudo começa com a transferência do pigmento para a folha produzida em PET (uma folha de tereftalato de polietileno). Esse processo de impressão sobre o filme é então seguido pela aplicação de pó adesivo hot-melt. Após a aplicação do pó adesivo, o filme é passado por uma prensa térmica, firmando e assegurando a impressão (agora adesiva) na folha PET. Com tudo pronto, o material está pré-colado e pronto para a transferência para a superfície que deverá ser personalizada. Na hora da aplicação, este filme é aplicado e prensado por outra prensa quente por cerca de 20 segundos na superfície desejada (processo chamado de “cura”), firmando a impressão no material. Com o processo de transferência dos pigmentos concluída, basta o aplicador remover o filme de casca (folha plástica que protege o lado oposto do material) e está pronta a personalização do tecido desejado.
Até aí, tudo bem? Certo! Agora vamos falar da versão com UV do DTF, que traz algumas diferenças fundamentais no processo de produção, assim como aplicações também diferentes. O básico segue igual, com o uso de uma camada de filme PET para receber a impressão. Esta primeira camada é adesiva, e recebe a impressão com tintas sensíveis à tinta ultravioleta. Após a impressão realizada, uma nova camada adesiva ainda mais forte é agora posicionada e pressionada contra a primeira, “prensando” a tinta entre as duas superfícies. Com as duas camadas agora juntas e com a impressão em meio a elas, o filme passa então por uma laminadora UV que irá secar aquela tinta contra o filme. Na hora da aplicação, assim que a segunda camada face (a com capacidade adesiva mais forte que mencionamos antes) é removida, a impressão é transportada daquela primeira camada (onde foi originalmente impressa), e se torna transferível, graças à este poderoso adesivo. Basta, então, aplicar este adesivo contra o objeto/superfície a ser personalizado, e pronto!
A impressão DTF UV é um processo mais rápido e versátil do outros métodos mais caros ou complexos, como a impressão via laser em superfície rígida, que exige maquinário específico para garantir a possibilidade de criação. Além disso, é possível, a partir do mesmo material, criar uma série de produtos personalizados sem que haja a necessidade de grandes adaptações além de proporção e dimensionamento de arte para respeitar os limites de uma superfície. A modalidade DTF UV também permite que se realize a personalização fora de um ambiente industrial, já que o adesivo já está pronto para aplicação onde quer que seja.
Ao trazermos esta tecnologia para a Mr., queremos empoderar o seu negócio, abrindo um leque completamente novo de opções para serem exploradas com seus clientes. Isto inclui a criação de brindes personalizados para marcas e empresas, por exemplo – sendo uma superfície rígida, você poderá personalizá-la com uma folha DTF UV produzida aqui na Mr. Print. Até mesmo produtos já existentes podem ser contemplados com uma nova camada de personalização, como é o exemplo dos squeezes que já temos em portfólio: com folhas DTF UV personalizadas, é possível ir além do padrão, oferecendo ainda mais opções para seus clientes.
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Texto por André Schelgshorn
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Cardápios, ou menus, são a vitrine de todo estabelecimento comercial do ramo alimentício, mas não apenas isso: essas peças são também utilizadas nas mais variadas ocasiões e eventos, como casamentos, por exemplo. Por isso, o formato, aparência e substrato utilizados na confecção desses impressos pode variar drasticamente, com a finalidade de melhor encaixá-los no contexto em que serão utilizados/entregues.
Começando pelos formatos:
Um cardápio e seu formato de impressão dependem muito da variedade do menu, a quantidade de opções oferecidas pela cozinha, o nível de detalhes sobre cada prato/item, tamanho de fonte utilizada e/ou de fotos empregadas para ilustrar de forma complementar cada item listado.
Dito isso, vemos cardápios de diferentes tipos – desde folhetos simples, com impressão frente e verso, à folders com até 3 dobras e diferentes acabamentos usados na mesma peça.
Mas qual cardápio é o mais indicado para o caso do seu cliente?
Vamos começar pelo mais simples aqui: eventos.
Se esse impresso vai fazer parte da divulgação do menu oferecido em um evento, as chances são de que a variedade de itens não seja lá tão grande. Nesse caso, muitas vezes um folheto é o suficiente para descrever as opções disponíveis. No máximo, talvez você já tenha visto um folder de dobra única, principalmente quando se oferecem entradas, pratos principais, acompanhamentos e sobremesas. Ah, e claro, os drinques.

Para um estabelecimento como uma lanchonete, ou uma pizzaria, ter um cardápio objetivo é sempre a melhor opção – justamente porque, geralmente, serão servidos lanches como sanduíches, por exemplo, que levam menos tempo para preparo do que um prato mais complexo. Então a ideia aqui é oferecer praticidade em primeiro lugar, como é o conceito para fast-food em geral. Em casos, as opções são apresentadas de maneira ainda mais simples e objetiva, como em conjuntos americanos já dispostos sobre a mesa, que servirão de cardápio, e bem, conjunto americano!
Quando falamos em um restaurante mais tradicional, nosso leque se abre.
Um cardápio pode ir além do trivial, e acompanhar a estética e a cozinha servida. Algo mais caseiro, diário, com pratos comuns para almoços, por exemplo, pode ser apresentado de maneira mais simples, em papel de gramatura menor, substrato sem acabamento especial além do envernizamento. Enquanto isso, uma culinária mais requintada pode pedir, por exemplo, um cardápio com 3 dobras, substratos como o reciclado ou perolux, além de acabamentos como uma laminação fosca bopp.



Mas não apenas a esses formatos ficam restritos os cardápios. Se seu cliente é, por exemplo, como citamos anteriormente, um estabelecimento rebuscado, como um bistrô de culinárias estrangeiras, e com muitas opções a serem oferecidas, você pode sugerir diferentes formatos para apresentação deste menu, fugindo do ordinário. Que tal utilizar um formato de catálogo, para um projeto personalizado? Isso permitiria o uso de imagens em bons tamanhos e resoluções, além de tornar a apresentação mais impactante – afinal, estaríamos falando de um cardápio com páginas e páginas.
Quem sabe, também, se não seria interessante um projeto utilizando o formato de um calendário wire-o para criar um menu totalmente fora do comum? São infinitas possibilidades quando pensamos em todos os formatos e layouts possíveis – afinal, a organização da arte também vai fazer toda a diferença no material impresso, podendo fazer bom uso do tipo de impressão escolhida, unindo criatividade e usabilidade.
Seja como for, um cardápio pode vir em “diferentes sabores” – basta você ajudar seu cliente a ter aquela ideia perfeita para o negócio dele, apresentando as inúmeras opções disponíveis.
Texto por André Schelgshorn
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